‘Negócio Caseiro’ vai ajudar microempreendedores


Na tarde de ontem, 22 de outubro, representantes da Secretaria de Coordenação de Programas Sociais (SECOPS), do SEBRAE e da AGIR firmaram parceria para dar prosseguimento às determinações da Lei Negócio Caseiro. Encaminhada ao legislativo pelo Prefeito Toninho Andrada, a Lei, que já foi aprovada pela Câmara, prevê capacitação de pequenos empreendedores e legalização das atividades desenvolvidas em casa.

Após a fase inicial de organização e divisão dos trabalhos, a Lei será levada à população na forma de capacitações. Os microempreendedores da cidade terão acesso a orientações, de forma que possam iniciar um negócio próprio, com qualidade e visão de futuro. Durante o encontro, os presentes agendaram reunião para a próxima semana. Agora, com a presença de representantes da CAIXA e do PROCOM. A ideia é sincronizar o trabalho da Prefeitura junto a estes órgãos, com o objetivo de elaborar palestras e orientações, a serem oferecidas nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), dos bairros São Pedro e Nova Cidade.  Segundo Flávio Maluf, “as palestras são para sejam criadas, através da Lei Negócio Caseiro, oportunidades de trabalho e sustento familiar para os microempreendedores”, afirmou.

Tarcísio Fagundes, representante do SEBRAE, afirmou que “o intuito é implementar a Lei e buscar facilidades para o microempreendedor, uma categoria nova no mercado, que exige conhecimento e divulgação de informações, para que as pessoas percebam a oportunidade da formalização e seus benefícios”.

Felipe Alvim, Diretor de Fomento Econômico da AGIR, informou que a Lei Negócio Caseiro vem para atender as necessidades dos pequenos da região, “queremos oportunizar grandes ações e alternativas aos microempreendedores locais, para que eles tenham sucesso no que se propõem a fazer”. A proposta é ir aos bairros e incentivar os microempreendedores a se cadastrarem e usufruírem da Lei. Quando enviou o Projeto a Câmara, Toninho Andrada falou sobre retirar os microempreendedores do trabalho informal, facilitar a regularização das atividades e beneficiar a população, de forma que todas as atividades domésticas tornem-se legítimas. Tudo isso, em prol do desenvolvimento da cidade.


Busca de Notícias