Pan agita o comércio em Barbacena


 

  A semana começou agitada... Barbacena já respira o Pan Americano de Mountain Bike. Os turistas já são vistos em vários pontos da cidade e atletas, de vários países das Américas, passeiam pelas ruas com suas bicicletas, chamando a atenção da população. A possibilidade de intercâmbio com esses países traz uma nova perspectiva de cultura e pensamento para o barbacenense, além de pulsar a economia e dar a oportunidade de buscar novos eventos internacionais para o município.

  Hotéis lotados, restaurantes cheios. Para a economia local esse evento só traz benefícios. De acordo com o Diretor de Fomento Econômico da AGIR, Felipe Alvim, não é só a cidade de Barbacena que esta sendo beneficiada. Outros municípios também contribuem para o sucesso desse evento. “Isso mostra que investimentos em novos hotéis são necessários pela necessidade da demanda de turistas. É um grande divisor de águas esse Pan Americano. Ele coloca Barbacena na mídia internacional e causa um novo impacto colocando a cidade dentro de uma cultura”, salienta. Não só o setor de hotelaria ganhou. A gastronomia, com seus bares e restaurantes, também conquistou um espaço muito grande dentro do evento. Os setores de transporte, como os táxis, e a cadeia turística também foram beneficiadas. Segundo o diretor, o Pan vai trazer divisas para a cidade e não levar. “O impacto na economia é imediato e as empresas locais tiveram que passar por adaptações para atender adequadamente as comissões e turistas estrangeiros. Cerca de cinco milhões de reais serão injetados no comercio local nesses dias de evento. O envolvimento da população e do comércio é necessário para o sucesso desse Pan”, revela.

  “Envolvimento”. Essa é a palavra chave para alguns comerciantes da cidade. O gerente de um dos restaurantes locais, Willian Freitas, acredita que esse evento é necessário para aumentar as vendas. “O Pan vai dar mais visibilidade para a cidade e isso aquece o comércio. Isso serviu também para mostrar a necessidade de aprender outra língua. O espanhol e o inglês fazem muita falta. A receptividade seria muito melhor se todos pudessem se comunicar adequadamente”, confessa Willian. A visibilidade é motivo de satisfação para Ivanete Campos, proprietária de um outro estabelecimento. “Mostrar nossa cidade para os turistas, faze-los conhecer nossa cultura e principalmente nossa comida é ótimo. O movimento no restaurante aumentou e a agitação na cidade é grande. Agora é torcer para o Brasil fazer bonito nesse Pan”, diz a empresária.


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