16,7 milhões para reforma e ampliação do Hospital Geral de Barbacena
Prefeito Toninho Andrada autorizou oficialmente a abertura de licitação para contratação de empresa que irá executar as obras


Em uma reunião na Associação dos Municípios da Microrregião da Mantiqueira (AMMA), no bairro Diniz, realizada manhã do dia 23, o prefeito Toninho Andrada assinou autorização para abertura de licitação das obras do Hospital Geral de Barbacena (antigo Hospital Regional da Fhemig). As obras estão orçadas em R$ 16,7 milhões, que serão destinados a ampliação e reforma do Hospital Geral de Barbacena. Estavam presentes ao evento o presidente da Câmara, Amarílio Andrada, os vereadores José Jorge Emídio, Ilson Tererê, Márcio do Odeite e Tadeu José, secretários municipais, prefeitos representantes dos municípios polo do Consórcio Regional de Saúde (Barbacena, Congonhas, Conselheiro Lafaiete e São João Del Rey), outras autoridades e dirigentes de entidades locais.

Segundo explicou o prefeito Toninho Andrada, “Barbacena, ao longo dos últimos anos, foi servida pelos seus hospitais tradicionais: Santa Casa, Ibiapaba, Maternidade e Hospital do Vilela. Estes hospitais atendem nossa população e também toda região, porém, o número de habitantes aumentou, dobrou e em muitos casos, triplicou. E a nossa estrutura é a mesma”, salientou. “Diante desse quadro, vimos a necessidade urgente de ampliar as nossas opções na área da saúde para fazer jus à demanda do setor.  Mas não tínhamos recursos para isso. Fomos então buscar parceria com o Governo do Estado, que entendeu ao nosso projeto e liberou a verba para que a ampliação fosse realizada.  Com isso, Barbacena, além de ter sua rede hospitalar tradicional, vai ganhar um grande hospital público. Dentro de um ano e meio, ele estará funcionando para atender toda a nossa cidade e região”, concluiu.

Segundo o Secretário Municipal de Saúde Pública de Barbacena, Dr. José Orleans da Costa, o Hospital Geral faz parte de um projeto de urgência e emergência da região macro centro sul e sai de 71 para 250 leitos, fazendo uma ampliação de 180 novas vagas. “Ele será o Hospital Âncora, pois irá atender aproximadamente 800 mil pessoas, de mais de 50 municípios da região. Orleans informou ainda que outros R$ 16 milhões também serão liberados pelo Ministério da Saúde para serem aplicados na compra dos equipamentos e mobiliário. Assim que o Projeto estiver totalmente concluído, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) serão desafogadas e esta será apenas uma das melhorias que esta grande obra na área da saúde irá proporcionar”, explicou.  

 

Canteiro de Obras

Na última semana, o prefeito já havia autorizado a licitação para reforma da Rua Bahia e obras de recapeamento e asfaltamento de dezenas de ruas na cidade.  E, nos próximos dias, ele irá autorizar a licitação de obras de saneamento básico que beneficiarão nove bairros da cidade com investimento previsto de R$ 7,8 milhões. Com isso, nos próximos meses, a cidade se transformará em um grande canteiro de obras.

Para o prefeito, “tudo isso está sendo possível porque fizemos o dever de casa em 2013, limpando o nome da cidade, reequilibrando as finanças municipais, implantando reformas administrativas, elaborando projetos e abrindo portas para o enquadramento de Barbacena em diversos programas federais e estaduais”. E continuou: “Agora, estamos começando a colher os frutos do trabalho realizado. E conseguimos tudo isso em pouco tempo, porque recebemos a Prefeitura em estado lastimável, com atraso nos salários e dívidas de R$ 124 milhões”.

 

Rede Cegonha

Após a assinatura de autorização da licitação na AMMA, os prefeitos se reuniram para discutir sobre a Rede Cegonha, que é uma estratégia na área da saúde que visa implementar uma rede de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis. Esta estratégia tem a finalidade de estruturar e organizar a atenção à saúde materno-infantil no Brasil e será implantada, gradativamente, em todo território nacional, iniciando sua inserção respeitando o critério epidemiológico, taxa de mortalidade infantil e razão mortalidade materna e densidade populacional.


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