Programa Escola Legal atende a quase 600 pessoas em suas oficinas
A Escola Legal tem em funcionamento as seguintes oficinas: libras, violão, canto e coral, reciclagem, grafite, dança de rua, marcenaria, futsal, teatro, vôlei e defesa pessoal


Os trabalhos sociais desenvolvidos no Caic, através do Programa Escola Legal criado pela Prefeitura Municipal, vêm fazendo a diferença na vida de muitos moradores. Atualmente frequentam as oficinas quase 600 pessoas entre alunos da Escola Municipal Embaixador Martim Francisco, familiares dos estudantes e integrantes da comunidade em geral. Os alunos participam no contra turno escolar. A Escola Legal tem em funcionamento as seguintes oficinas: libras, violão, canto e coral, reciclagem, grafite, dança de rua, marcenaria, futsal, teatro, vôlei e defesa pessoal.  Esta semana iniciou a oficina de atividade física para as pessoas da melhor idade. Tem também o atendimento com fonoaudiólogo. Através das atividades de violão foi criada a Orquestra de Violão que vem fazendo apresentações em vários eventos não só de Barbacena, mas em cidades da região. Com a oficina de livras surgiu o coral em libras que vem encantando a todos que já assistiram sua apresentação.

Com todo esse trabalho, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação e Desporto, vem envolvendo alunos e comunidade em atividades que são importantes para a vida de cada um deles e ao mesmo tempo está promovendo a cidadania. Segundo o coordenador do Programa Escola Legal, Paulo Octávio Baeta, os estudantes que frenquetam as oficinas também estão conseguindo ter ótimos resultados em sala de aula. “Um trabalho que melhorou muito a autoestima deles além de estar aproximando cada vez mais a família da escola e isso é importantíssimo para o ensino aprendizagem”, disse.

O morador do bairro Água Santa, José Luiz Moreira, que frequenta a oficina de canto e coral só tem elogios no apoio que a Prefeito tem dado a todos esses trabalhos que estão beneficiando muitas pessoas da comunidade. “É uma oportunidade que temos de crescer, de adquirir mais conhecimentos. Há três anos que toco violão e tinha dificuldade em cantar. Quando surgiu a oficina de canto, não pensei muito e logo me inscrevi, pois minha maior dificuldade era interpretar as canções e agora já estou conseguindo. É um trabalho que faz a diferença na vida das famílias porque muitos pais participam das oficinas e os filhos também e isso serve de grande incentivo para todos”, pontuou.    


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