Termina o 1º curso de agentes culturais da Escola de Educação Patrimonial
O curso foi encerrado nesta terça-feira com a apresentação das monografias


A 1ª edição do curso de formação de agentes culturais da Escola de Educação Patrimonial, que é promovido pela Prefeitura através da AGIR, foi encerrado nesta terça-feira, 26, com a apresentação das monografias dos alunos. Foram quatro trabalhos expostos, com meia hora de duração cada. A banca foi formada por Sérgio Ayres, coordenador da Escola de Educação Patrimonial, Lucimar Pereira, Rogério Fonseca, Romeu Fernandes e Shalana Gonçalves.

Os trabalhos tiveram como tema: 'Loucura e Rosas: a identidade perdida de Barbacena', 'História da alimentação', 'Patrimônio cultural para crianças' e 'Barbacena: uma cidade de passagem'. Segundo Lucimar Pereira, que é coordenadora do Museu da Loucura, "as apresentações foram muito ricas e produtivas. Nós percebemos que os alunos tiveram a preocupação de pesquisar e aprofundar nos temas expostos, mostrando Barbacena por vários ângulos".

Os alunos, que serão diplomados, saíram satisfeitos do curso, que teve uma carga horária de 51horas e abrangeu os setores de patrimônio, meio-ambiente e turismo, com aulas teóricas e práticas. "O curso foi ótimo, até por ter incluído várias áreas e grandes professores, com um embasamento excelente. Nós pudemos, em pouco tempo, ter uma visão ampla de Barbacena e descobrir coisas novas", destaca o programador web Leonardo Ferreira.

Luíza Vianna, estudante de Pedagogia, acredita que o curso pode ter uma aplicação importante em sua profissão: "Eu vou lidar com crianças e os temas aqui trabalhados ampliaram o meu repertório em todas as áreas. Quando você apresenta para elas o que foi trabalhado aqui, seja na parte patrimonial, ambiental ou turística, tudo isso aplicado à realidade delas, aumenta a nossa chance de fazer os pensamentos enraizarem e darem frutos".

O curso, que foi gratuito, representou os desdobramentos do Projeto “Barbacena: patrimônio e memória”, aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura, ligado à Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, através da Prefeitura. O coordenador Sérgio Ayres faz um balanço positivo da iniciativa: "Este foi o primeiro curso e eu saio muito satisfeito. Nós conseguimos discutir Barbacena sob vários aspectos fundamentais e de forma satisfatória, atendendo aos nossos objetivos. E vamos ter novas edições, sempre com a missão de formar agentes culturais compromissados com a nossa cidade”.


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