Após temporada na Europa, espetáculo “Na Esquina” chega a Barbacena
Grupo também se apresentará em outras quatro cidades de Minas


Após temporada na Europa, o espetáculo “Na Esquina” chega a Barbacena. No sábado, dia 21, às 21h e no domingo, dia 22, às 20h, o público barbacenense poderá conferir as apresentações, de forma gratuita, na Praça dos Andradas (em frente à Igreja Matriz). Somente este ano, o espetáculo foi assistido por aproximadamente 2.500 pessoas, em 10 apresentações feitas em quatro cidades da França.

Além de Barbacena, o espetáculo “Na Esquina” foi aprovado pelo programa Rumos Itaú Cultural, para circular por outras quatro cidades de Minas Gerais. Conselheiro Lafaiete, Tiradentes, São João del-Rei e Belo Horizonte. O coletivo artístico é um grupo composto pelos artistas Clarice Panadés, Diogo Dolabella, Liz Braga, Pauline Hachette, Pedro Guerra, Phillipe Ribeiro, Roberta Mesquita e Pedro Sartori, com colaboração de Mauricio Leonard, trilhas sonoras ao vivo de Juninho Ibituruna e produção de Tiago Sgarbi.

O espetáculo “Na Esquina” apresenta uma profunda renovação na forma de fazer circo no Brasil. A junção de um intenso aprimoramento técnico a uma pesquisa dramatúrgica inovadora, resultou numa forma revigorada de ver o circo. Após longa experiência dos artistas nas escolas de circo europeias e das vivências de criação e aprimoramento no Brasil, o grupo criou este espetáculo de circo contemporâneo, no qual a dança, circo, música e teatro se transformam em um único corpo.

De acordo com a assessoria do grupo, os desejos de aproveitar e dividir as diferentes experiências e vivências, de construir e de se reunir, foram os motores da criação do projeto, que, em um plano emocional, comemora essas viagens entre o Brasil e a Europa.

Em cena, performances simultâneas entram em jogo em inter-relações diversas: o mastro chinês, o trapézio fixo, a lira, o malabares, a acrobacia de solo, o mão-a-mão e a música ao vivo. Na Esquina camufla as dinâmicas dos ensaios, falseia e assume processos preparatórios, rompe a previsibilidade entre o que deve ser mostrado e o que é excluído num espetáculo. O encontro entre amigos é a possibilidade de produzir a diferença, para além do reforço das identidades, abre-se para as relações entre quem dirige, quem atua e quem assiste.


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