Tribunal de Justiça instala o Cejus em Barbacena
Centro Judiciário de Soluções e Cidadania - Cejus atenderá a Comarca

Na solenidade de instalação do Cejus, o Coordenador Juiz Marcos Alves de Andrade, os Coordenadores Adjuntos Juizes Joaquim Martins Gamonal e Lélio Erlon Alves Tolentino, e os juízes Alanir Rabeca, Alexandre Verneque Soares, José Carlos dos Santos e representando o prefeito Toninho Andrada, o secretário José Augusto Penna Naves.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) instalou na Comarca de Barbacena, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania. A solenidade alusiva a implantação do “Cejus” ocorreu no dia 29 de outubro e foi presidida pelo 3º vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Wander Marotta, que ao lado do desembargador Walter Luiz de Melo e da diretora do Fórum, juíza Liliane Rossi dos Santos Oliveira, deu posse ao coordenador do Cejus/Barbacena, o juiz Marcos Alves de Andrade; e aos coordenadores adjuntos juiz Joaquim Martins Gamonal, Lélio Erlon Alves Tolentino e Liliane Rossidos Santos Oliveira.

Ao assumir a coordenação do Cejus, o juiz Marcos Alves de Andrade foi o primeiro a usar da palavra, quando destacou que os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania representam a democratização da Justiça, com a resolução dos conflitos de forma rápida, eficaz e, o que considera mais importante, com distribuição da paz social. O magistrado ainda destacou que com a conciliação o novo Centro fará com que o número de processos diminua nas Varas, agilizando o andamento dos processos já existentes. Afirmou que o Cejus irá oferecer à comunidade, principalmente aos grupos mais vulneráveis, apoio na resolução consensual dos conflitos, por meio da realização de audiências e sessões de conciliação e mediação, processuais e pré-processuais, bem como o serviço de atendimento e orientação ao cidadão.

A segunda oradora na solenidade de instalação do Cejus foi a diretora do Fórum, juíza Liliane Rossi dos Santos Oliveira, que discorreu sobre a importância dos meios alternativos para a solução dos conflitos, algo, que segundo a magistrada sempre deve ser buscado na sociedade, quando destacou que uma sentença judicial, por mais bem fundamentada que seja, nem sempre é capaz de reconstruir os laços sociais entre as partes. A magistrada destacou que o Cejus é um importante meio para a promoção da paz social, pois facilita o diálogo entre as partes e permite que o cidadão participe diretamente da solução de seu problema.

Finalizou a solenidade o 3º vice-presidente do TJMG, desembargador Wander Marotta, quando fez um breve histórico da conciliação no Brasil, que segundo ele, já estava prevista na Constituição de 1824, ainda na época do Império. O magistrado ressaltou a importância da conciliação e da mediação, em um país onde existem 106 milhões de processos em tramitação na Justiça, com uma taxa de congestionamento de 70%. Para o magistrado, os centros judiciários de solução de conflitos, que até o final do ano terão 40 unidades instaladas em Minas Gerais, representam uma forma simples, rápida e barata de se fazer justiça.

Nas fotos da solenidade, os desembargadores Wander Paulo Marotta Moreira e Walter Luiz de Melo, os Juízes de Direito Alanir José Hauck Rabeca, Liliane Rossi dos Santos Oliveira, Marcos Alves de Andrade, Lélio Erlon Alves Tolentino, Joaquim Martins Gamonal, Márcia Rezende Nonato da Silva, Alexandre Verneque Soares, José Carlos dos Santos, o Defensor Público Marco Aurélio Brasil e o Secretario Chefe da Casa Civil, José Augusto Penna Naves.


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