Recursos hídricos é tema de série de palestras e exposição
Projeto da Sedec destaca também a preservação do Rio das Mortes

O ciclo é coordenado pela Gerência de Orientação Ambiental, sendo desenvolvido pelo geógrafo e ambientalista Sérgio Grossi, com foco na proteção da nascente do Rio das Mortes, a degradação que atinge o rio e outros temas ligados à crise hídrica mundial

A Prefeitura de Barbacena, através da Secretaria de Educação, Desporto e Cultura (Sedec), deu início a uma série de palestras, com o tema “Geografia dos recursos hídricos da região de Barbacena”, que repercute a realidade ambiental do Município. O trabalho deverá percorrer toda a rede municipal e chegar às escolas estaduais e particulares. O ciclo é coordenado pela Gerência de Orientação Ambiental, sendo desenvolvido pelo geógrafo e ambientalista Sérgio Grossi, com foco na proteção da nascente do Rio das Mortes, a degradação que atinge o rio e outros temas ligados à crise hídrica mundial.

A primeira palestra foi realizada pelo ambientalista Sérgio Grossi, no dia 22 de outubro, para alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental, da Escola Municipal Sebastião Francisco do Vale, com boa repercussão entre alunos e professores.

O prefeito Toninho Andrada ressalta que 'a educação ambiental mostra-se como uma ferramenta de orientação para tomada de consciência dos indivíduos frente aos problemas ambientais, tornando-se um processo participativo, onde o educando assume um papel fundamental. E nossa orientação é que as escolas municipais estejam atentas e realizem campanhas de conscientização'.

A secretária municipal de Educação, Rita Candian, destacou a importância do ciclo de palestras: “A Educação ambiental é considerada hoje uma necessidade para a preservação da humanidade e nada melhor do que conscientizar as crianças e adolescente para que eles possam propagar e cultivar nos adultos essa necessidade”.

A palestra é acompanhada de uma exposição itinerante de fotografias, com o tema: “O Rio das Mortes Quer Viver”. De acordo com Sérgio Grossi, “a exposição foi patrocinada pela empresa Saint-Gobain e amplia a possibilidade de comunicação com o público já que mostra uma realidade nem sempre visível para a maioria das pessoas. As fotos revelam a degradação, mas também a beleza da fauna e da flora do nosso principal manancial”, disse o ambientalista.


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