Maior obra sanitária da cidade está novamente reconstruída
A construção da Rua Bahia foi realizada há 20 anos, na primeira gestão do prefeito Toninho Andrada

A Prefeitura de Barbacena já concluiu 90% dos trabalhos no local, finalizou vários trechos e já liberou o tráfego de veículos nos dois lados da via, após 5 anos de interrupção

As obras de recuperação do Córrego da Rua Bahia, o maior empreendimento sanitário já realizado no município, estão em fase final. A Prefeitura de Barbacena já concluiu 90% dos trabalhos no local, finalizou vários trechos e já liberou o tráfego de veículos nos dois lados da via, após 5 anos de interrupção. A recuperação, orçada em R$ 2,5 milhões, foi dividida em etapas, indo desde limpeza do córrego, estancamento e entubação da água, colocação de ferragem dupla e realização de concretagem nos fundos e nas laterais no local e, recentemente, os guarda-corpos do córrego foram pintados.

O prefeito Toninho Andrada informou que a Prefeitura, num primeiro momento, pensava que a obra teria que ser apenas de recomposição de alguns trechos que vieram abaixo, porém, após uma análise técnica bem detalhada identificou-se que era preciso praticamente reconstruir a obra. 'Infelizmente encontramos a Rua Bahia em péssimas condições. Daí tivemos que elaborar um grande projeto para recuperar esta importante obra. E foi o que fizemos. Um projeto orçado em cerca de R$ 2,5 milhões, que hoje estamos na etapa final. Tivemos que contar também com as questões climáticas e com as próprias condições difíceis de trabalho, já que em muitos casos havia a necessidade de desviar o curso da água, como foi o caso da construção do piso, que tivemos que executar em toda a extensão da Rua Bahia'.

Construído há cerca de 20 anos, na primeira gestão do prefeito Toninho Andrada (93/96), o Córrego da Rua Bahia ficou sem a devida manutenção durante anos, o que levou ao desabamento de diversos trechos do córrego. A cada período de chuvas fortes, somado à falta de manutenção (matos, entupimentos, entre outros), partes isoladas em pontos distintos desabaram, chegando ao ponto do trânsito no local ser interrompido. A construção foi praticamente refeita, o que demandou tempo, dada a complexidade para a realização dos trabalhos. Além da canalização, à época foram construídas as margens do córrego duas avenidas com extensão de 1,5 km. 


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