Semana do Festival Nacional de Teatro de Barbacena
Apresentações na Praça dos Andradas e no Teatro do Estadual

Banda Mangaia (Instituto Curupira) no vento de abertura Festival de Teatro

O Festival Nacional de Teatro de Barbacena, promovido pelo Instituto Curupira, com apoio da Prefeitura, através da Subsecretaria Municipal de Cultura e do Serviço de Água e Saneamento (SAS), traz à cidade 19 grupos e companhias de várias partes do Brasil, contando com mais de 120 artistas, de estados como Rio de Janeiro, Distrito Federal, Bahia, São Paulo e Minas Gerais. A abertura oficial do evento aconteceu no último sábado (23), com a apresentação da Banda Mangaia (Instituto Curupira), na Praça dos Andradas. O festival vai até o próximo dia 31 e os espetáculos tem entrada franca, sendo que os menores de 18 anos precisam estar atentos ao disposto pela Vara da Infância e Juventude de Barbacena.

Mesmo em uma noite de muito frio, um grande número de pessoas compareceu à Praça para prestigiar a abertura do Festival. Além da Banda Mangaia, formada pelo quinteto Mike Tavares (vocal), Bruna Carvalho (violão e voz), Duda Malvar (baixo), Amanda Lisboa (percussão) e Delton Mendes (violão), a barbacenense Ana Clara, acompanhada de Ciro Belucci e Natan Itaboraí, e Hilreli Alves também se apresentaram com um repertório bem brasileiro, com músicas de Caetano Veloso, Cazuza, Elis Regina, Belchior, 14 Bis, Milton Nascimento, entre outros. No domingo (24), o Grupo Conta Outra (Instituto Curupira), apresentou a peça “O beijo”, no Teatro do Estadual.

E o festival ainda reserva muitos espetáculos para o público barbacenense e da região. Nesta segunda-feira (25), o grupo Fofocas de Teatro, da cidade de Barroso, apresenta, às 19h, “Eram dois coveiros que se amavam”. Na terça-feira (26), será a vez da Cia Teatro Vivo, do Rio de Janeiro, às 21h, com a peça “Maria Madalena”. Na quarta-feira (27), o grupo Teatro da Pedra/CPPA, de São João del-Rei, às 19h, apresenta o espetáculo “Incidente em Antares”, na sequência sobe ao palco o Centro Experimental de Teatro e Artes, do Rio de Janeiro, com a peça “Perdoa-me por mar”. Todas as apresentações serão no Teatro do Colégio Estadual.

Com duas apresentações, a Praça dos Andradas volta, na quinta-feira (28), a ser palco do Festival. O Grupo Galhofas, de São Paulo, apresenta, às 10h, o espetáculo “Cadê o pássaro que estava aqui?”. Às 15h, o grupo Depois do Ensino, do Rio de Janeiro, com a peça “O doente imaginário”. Ainda na quinta-feira, mas no Teatro do Estadual, às 18h, tem a peça “Convite para um café”, com o grupo Teatro Delivery, de São Paulo. Às 21h, a Trupe Investigativa Arroto Cênico, de Nova Iguaçu-RJ, apresenta “Borra”.

O Festival chega à Bituca – Universidade da Música Popular, na quinta-feira (29), às 14h, para “Ato e Palavra: vivência com o Grupo Ponto de Partida”. No Teatro do Estadual, às 19h, tem “Meu precioso cabaré”, com o Grupo Poetizar Coletivo Teatral, de Brasília; e às 21h, “O canto do Mundo”, com Cia. Mutum, de Ubá.

No sábado (30), o Festival apresenta uma variada programação. Pela manhã, “Invisibilidade social”, com a Cia Negra de Teatro, de Belo Horizonte, nas praças do Centro e Praça dos Andradas. Às 10h, Os Saltimbancos, com Cia Teatral Art Manha, no Teatro do Estadual. Às 12h, “Adesividade”, com o grupo Pulso Artes Cênicas, de Salvador-BA, na Praça dos Andradas. Às 15h, “Trem das Onze” (infantil), com o grupo Pierre, de São Paulo, no Teatro do Estadual. Às 19h, “Vago Dez”, com Teatro da Pedra/CCPA, de São João del-Rei, na Praça dos Andradas. Às 21h, “Terrabatida: Reminiscência de Canudos”, com a Cia. Plúmbeo, do Rio de Janeiro, no Teatro do Estadual.

No último dia do Festival, no domingo (31), acontece o “Fórum: o teatro como mecanismo de construção social e ambiental”, tendo como mediador Delton Mendes. Às 15h, a peça “Quem sou eu: o musical”, com o grupo Quem sou Eu, de Juiz de Fora. Às 18h, a peça “Inimigo do Povo”, com a Cia Código de Artes Cênicas, de Japeri - RJ. Todos os eventos de domingo serão no Teatro do Estadual.


Busca de Notícias