Recorte: Acervo da Fundação Clóvis Salgado chega ao Museu da Loucura, em Barbacena
A exposição ficará aberta à visitação no Museu da Loucura, fruto de uma parceria inédita entre a FCS e a Prefeitura de Barbacena


Dando continuidade ao projeto Itinerância em Artes Visuais, em outubro a exposição Recorte: Acervo da Fundação Clóvis Salgado chega a Barbacena, na região do Campo das Vertentes. A iniciativa da FCS pretende democratizar o acesso às artes visuais, levando ao interior do estado obras de seu acervo. A exposição ficará aberta à visitação no Museu da Loucura, fruto de uma parceria inédita entre a FCS e a Prefeitura de Barbacena, com apoio da CEMIG.

Ao promover a itinerância de seu acervo, a FCS procura ampliar a interlocução cultural com os territórios mineiros, além de garantir que diferentes municípios tenham acesso às atividades culturais que, muitas vezes, ficam restritas à capital. “Nós queremos levar nosso trabalho para fora do Palácio das Artes, mostrar o que a FCS tem realizado em Belo Horizonte e garantir que o interior também tenha acesso a essas produções”, afirma o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Augusto Nunes-Filho.

Recorte: Acervo da Fundação Clóvis Salgado reinaugurou a Galeria Mari’Stella Tristão, no Palácio das Artes, em março deste ano, reunindo obras de diferentes linguagens como pinturas e gravuras. Esse Recorte contempla obras modernistas e contemporâneas, resgatando trabalhos de Aretuza Moura – O Anjo; Carlos Wolney – Grande Árvore Folharada; Eymard Brandão – Memórias do Quadrado; Fátima Pena – Uma Grande Alegria; Inimá de Paula – Liberdade; Irma Renault – Desenhos ao Telefone; Jarbas Juarez – Nu; Lorenzato – Pipas; Marcos Coelho Benjamin – A Casa da Loucura Controlada; Maria Helena Andrés – Homenagem ao Cometa Halley; Mário Silésio – Paisagem; Petrônio Bax – Via Sacra; Sara Ávila – Composição Barroca; Sérgio Nunes – Figura Com Meio Rosto de Rainha e Figura e Escala; Sônia Laboriau – Jardim Tropical; Yara Tupinambá – Meninos de Berilo – fase Vale do Jequitinhonha. Além de obras sem título de Andréa Lanna, Antônio Julião, Lótus Lobo e Rodelnégio.

Museu da Loucura – Revitalizado em 2016, recebe a exposição como parte das celebrações de comemoração dos 20 anos de inauguração. O complexo abriga uma exposição permanente sobre a história do primeiro hospital psiquiátrico de Minas Gerais e guarda um espaço multiuso para realização de exposições e atividades diversas.

“Além do valor do acervo da Fundação Clóvis Salgado em si, que a Fundação Clóvis Salgado tem viabilizado a circulação, a exposição é um marco para o museu que reafirma seu compromisso de receber exposições temporárias. Para explorar ainda mais essa potencialidade vamos realizar, durante o período expositivo, rodas de conversa sobre a arte mineira”, explica o Subsecretário de Cultura de Barbacena, Edson Brandão.  


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