Barbacena contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes
Prefeitura promove, de 15 a 20 de maio, diversas ações sobre o tema


A Prefeitura de Barbacena, através da Secretaria Municipal de Saúde e Programas Sociais (Sesaps) e o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), promove, de 15 a 20 de maio, uma semana de luta contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, com diversas ações alusivas.

O Creas de Barbacena realiza campanha com ações preventivas, no intuito de informar e esclarecer à população sobre a existência de serviços especializados para atender as vítimas, bem como as formas de realizar denúncias e notificações aos órgãos competentes.

Os profissionais do Creas vão percorrer as escolas municipais, buscando orientar diretores e professores sobre o enfrentamento a situações de abuso e exploração sexual infanto-juvenil. No dia 20 de maio, acontece uma ação social na Praça dos Andradas, em frente à Matriz da Piedade, de 9h às 12h. No evento, os profissionais da rede de Assistência Social estarão presentes para orientar, tirar dúvidas e conscientizar a população sobre o tema.

As atividades são importantes para romper o silêncio que cerca esses tipos de situação, historicamente construída pela indiferença na cultura da impunidade dos agressores, o que constitui em outra forma de violação às vítimas.

As denúncias podem ser realizadas anonimamente, através do Ligue 100, que é o Disque Denúncia sob responsabilidade da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, ou outros órgãos, como o Creas (3331-0287), Conselho Tutelar (3339-2090), Ministério Público (3362-4827), Delegacias especializadas e comuns (3333-3868), Comissariado da Infância e Juventude (3339-5021), Polícia Militar (190) e Delegacia de Polícia Civil (147).

Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes - O dia 18 de maio é o Dia Nacional, instituído pela Lei Federal 9970/00, em alusão a um dos crimes mais hediondos ocorridos no país, com a morte de uma criança de 8 anos de idade, violentada por membros de uma tradicional família capixaba. O crime permaneceu impune devido à influência da família na cidade de Vitória, no Espírito Santo.


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