Vigilância alerta para risco de dengue em áreas próximas a piscinas mal cuidadas


A Prefeitura de Barbacena, através da Vigilância Epidemiológica e os setores de Vigilância Sanitária e controle de zoonoses, faz um alerta à população e conta com o apoio de todos para atuar no combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, sobretudo nas piscinas, que têm sido motivo de grande preocupação.  

A iniciativa considera o último Índice de Levantamento Rápido (LIRAa), que apontou índice de 2,3, indicando médio risco de transmissão das doenças. Também destaca que os focos do mosquito, em sua maioria, estão presentes em residências particulares, as atribuições contidas na Lei Estadual 13.317/99 e a importância da participação popular nas medidas de controle de focos.

Por isso, a Vigilância pede ao barbacenenses para que, além dos cuidados usuais para eliminação de possíveis focos do mosquito transmissor, fique atenta às condições higiênico-sanitárias das piscinas residenciais e para aquelas de uso coletivo, já que, apesar dos esforços dos agentes de endemias, algumas estão em péssimas condições de limpeza e com presença de larvas do mosquito transmissor da dengue. 

A Vigilância também solicita aos proprietários de piscinas ou outros tanques com acúmulo de água para que procedam sua imediata limpeza e manutenção, mantendo a água dentro das normas de controle bacteriológico e físico-químico, conforme legislação sanitária em vigor. Ressalta-se ainda que a autoridade sanitária do município poderá inspecionar piscinas quando razões de saúde pública assim recomendarem. 

Os responsáveis poderão incorrer em infração sanitária caso seja constatado nas inspeções que a piscina acarrete concreto risco de favorecer a proliferação do mosquito transmissor da dengue e outras doenças, estando sujeitas ao pagamento de multas ou outras sanções administrativas, conforme previsto no artigo 97 e seus incisos I, VII, VIII, IV, X e XIII da lei Estadual 13.317, de 24 de setembro de 1999.

"Promover a saúde e prevenir a ocorrência de doenças transmissíveis à população é um dever do poder público e um direito de todos, não se justificando que a negligência de poucos prejudique toda uma população", destacou o Gerente da Vigilância Sanitária, Gilberto Cardoso Ramos Junior.


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